VÍDEO EDUCATIVO

TIPO DE VÍDEO: EDUCATIVO

NOME DO PROGRAMA: “LITERATURA INTERATIVA”

AUTOR: Flávia Junia Justino Pacheco Garcia

ANO: 2014

TEMA DO PROGRAMA: ARCADISMO

PÚBLICO-ALVO: Alunos do Ensino Fundamental e Médio

OBJETIVOS DO VÍDEO:

• Despertar a curiosidade e o gosto pela literatura;

• Auxiliar a produção de conhecimento histórico, cultural midiático sobre a literatura brasileira;

• Possibilitar a construção do conhecimento de forma divertida e autônoma;

• Estimular o uso das tecnologias da informação para a construção e busca de conhecimento;

• Desenvolver a criatividade;

• Desenvolver o senso crítico.

 

Escolhi o tema “ARCADISMO”, pois adoro esse tema na Literatura Brasileira e é um tema que sempre despertou bastante interesse durante minha vida acadêmica. Esse vídeo também visa estimular a pesquisa, pois por meio dele os alunos serão instigados a pesquisar para contribuir com a produção de novos vídeos, aguçando sua curiosidade por descobrir mais a respeito e estimular quem assistir a colaborar com temas de interesse a serem veiculados em futuras produções.

O estilo adotado foi utilizar imagens, músicas de fundo e foi gravado no Movie Maker enquanto as imagens e frases são exibidas. O tema escolhido pode ser definido como educativo, pois estimula a criatividade e o gosto pela cultura, além de informar de forma lúdica. Pode ser definido como informativo, pois traz informações e novidades sobre a literatura brasileira.

A experiência de gravar esse vídeo foi fantástica e oportunizou grande aprendizado e descobertas de como gravar, colocar áudio e publicar na internet. Não é um vídeo profissional, na verdade é bem amador e mostra as dificuldades de um iniciante na produção audiovisual, mas de qualquer forma foi uma experiência riquíssima, pois nunca havia feito um vídeo educativo e publicado esse conteúdo na internet, achei fantástico!

LINK DO VÍDEO NO YOU TUBE:

https://www.youtube.com/watch?v=HbMdTuKAHe8&feature=youtu.be

 

REFERÊNCIAS

https://www.ead2.ufu.br/mod/assign/view.php?id=4041

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcadismo

https://www.google.com.br/search?q=imagens+do+arcadismo&rlz=1C1LDJZ_enBR502BR504&tbm=isch&imgil=76_0EYO

http://llfeioleituras.blogspot.com.br/2012/05/arcadismo-em-poemas-liricos-de-bocage.html

O PODER DA MÍDIA

As empresas de comunicação são de concessão pública, dessa forma, todas essas empresas recebem por um tempo determinado autorização governamental para veicular mensagens audiovisuais ou sonoras. Portanto, é função do governo fiscalizar tudo que é transmitida via rádio e TV e porque será que isso não acontece? Pelo simples fato de que as empresas de telecomunicações no Brasil em sua grande maioria são comerciais, servem aos patrocinadores e interesses ideológicos e políticos e, portanto, não é de interesse deles que suas mensagens sejam passadas em um crivo de análise e controle.

Outra questão que é importante mencionar e que o site “Donos da Mídia” denuncia, é que as empresas de telecomunicações em sua grande maioria pertencem a políticos e são utilizadas como moedas de troca no Congresso Nacional para levar os aliados a votarem no governo.  Dados do site mostram que “no Brasil, 271 políticos são sócios ou diretores de 324 veículos de comunicação” e que na década 90 havia no País “299 canais de televisão, sendo que 279 operavam comercialmente enquanto 20 possuíam caráter educativo”. Nota-se quanto potencial desperdiçado, visto que se as concessões passassem por um crivo maior teríamos muito mais canais com programação de caráter educativo e que poderiam ser aproveitados para melhorar e ampliar o potencial de ensino aprendizagem em sala de aula. Verifica-se que em Minas Gerais temos 25 redes de emissoras responsáveis pela transmissão dos programas e 1.383 retransmissoras que estão espalhadas pelo território mineiro. Outro dado gritante é que essas retransmissoras pertencem aos governos estaduais e prefeituras municipais. Dessa forma eles dominam toda a programação e controlam tudo que é veiculado pela TV, impedindo o povo de tenha acesso a uma programação de qualidade e destituída de intenção política e ideológica.

Sabemos que a TV tem o poder de condicionar o comportamento, conversas, influenciar atitudes, hábitos, gostos e costumes, dessa forma cabe nós educadores ensinar os nossos alunos a escolher programas de qualidade e que tenham visão crítica e esclarecida sobre a intencionalidade de uma programação e comerciais, que saibamos aproveitar a linguagem dos programas audiovisuais para melhorar a apropriação do conhecimento em sala de aula, que possamos debater, discutir e refletir com nossos alunos sobre o poder da mídia, sua intencionalidade, seus pontos positivos e negativos, formando pessoas críticas capazes de selecionar, criticar e denunciar programas sensacionalistas, ridículos, grotescos, mentirosos, que violentem nossa vontade e sensibilidade. Portanto, nós educadores temos como responsabilidade ensinar nossos educandos a compreender as mensagens veiculadas na TV, mostrar como esses discursos são construídos, desmistificar o fato de que tudo que a TV transmite é verdade. Ensiná-los a olhar com criticidade a visão de mundo que é veiculada nas novelas e telejornais, debater pontos positivos e negativos da mídia, explorar o potencial televiso em sala de aula como fonte de conhecimento e aprendizado, sobretudo, auxiliá-los a escolher programas de qualidade e torná-los capazes de se posicionar frente essa mídia. Somente dessa forma as emissoras investirão em programas de natureza educativa, cultural, artística e informacional de qualidade.

 

REFERÊNCIA

 

Donos da Mídia. Textos e artigos disponíveis em <http://donosdamidia.com.br/inicial> Acesso em 19 fev de 2014.

IDEIA DE CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO E ENTRETENIMENTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

FLÁVIA JUNIA JUSTINO PACHECO GARCIA

 

Programa Televisivo: Educação e Entretenimento

Tipo de Programa

Quiz Interativo

Ideia geral

Um programa interativo com perguntas sobre a Língua Portuguesa em que os participantes interagem com a plateia e com o público de casa. Com espaço e canais para postar dúvidas, comentários, sugestões, críticas, depoimentos e a participação ativa dos telespectadores durante a realização do programa. O programa contaria com a participação de estudantes de Escolas Públicas que se destacaram na avaliação de desempenho realizada pelo governo. Seria uma forma de motivar os estudantes e a escola como um todo.

A quem se dirige o programa

Estudantes do Ensino Fundamental e Médio.

Tempo de Programa

O tempo de duração do programa seria de 1 hora.

Objetivos

  • Desenvolver uma aprendizagem colaborativa;
  • Motivar os alunos;
  • Despertar os alunos para uma aprendizagem significativa;
  • Desenvolver o senso crítico;
  • Conhecer e aprender a utilizar as ferramentas de comunicação on line;
  • Desenvolver a capacidade comunicativa e o raciocínio lógico.

Metodologia

Os temas a serem trabalhados serão diversificados e cada grupo de participantes poderá escolher entre três alternativas de temas da Língua Portuguesa. A plateia será composta pelos alunos das escolas participantes que poderão interagir dando sugestões e auxiliando nas respostas por meio de Chat e mensagens de texto que os alunos que estão no palco lerão por meio de um telão. Os telespectadores por sua vez poderão participar por meio de telefones, da internet, email e de um fórum de discussão aberto somente durante a realização do programa. Cada grupo de alunos deverá responder a uma quantidade de pergunta que terá o tempo máximo de 5 minutos para ser respondida, visto que o aluno poderá recorrer ao chat, ao fórum, às mensagens de textos e aos seus colegas da plateia.

Avaliação

Os alunos serão avaliados pela sua capacidade de analisar e responder às questões de forma interativa.

Referências

https://www.ead2.ufu.br/mod/assign/view.php?id=4041

 

 

ANÁLISE DE ARTIGO

Pós- Graduanda: Flávia Junia Justino Pacheco Garcia

No texto “Informar e entreter – A grande simulação da TV” a autora traz argumentos profundos de como a TV usa a simulação de que está informando e entretendo, mas na verdade ela dissimula a verdade, pois usa programas para vender produtos e insuflar sua ideologia e exercer sua poderosa influência sobre nossas decisões e formas de ver a realidade. Halliday (1994) afirma que “o recurso retórico utilizado pelas emissoras de televisão comercial para “fazer de conta” que prestam primordialmente serviços de informação e entretenimento a fim de atingir vantajosamente seu objetivo organizacional final: o lucro”. Sobre essa argumentação da autora eu concordo de fato de que a TV utiliza diversos recursos para insuflar a ideia de que ensina, informa, diverte e cumpre seu papel de agência organizacional que visa o bem da sociedade, mas na verdade ela está a serviço do lucro, do capital, a serviço de uma ideologia, de um patrocinador e vende essa ideia aos telespectadores. Dessa forma é importante que nós educadores conheçamos esses artifícios para mostrar aos nossos alunos como escolher os programas que assistirão, como não cair no círculo vicioso de se deixar persuadir pelas propagandas da TV e também como nós educadores poderemos escolher os programas que farão parte dos nossos planejamentos de aula e como trazer essa discussão para dentro da sala de aula.

Mas há outro lado da moeda, a TV não contém apenas coisas ruins, ela também tem um lado bom e cabe a nós educadores atuantes mostrar esse lado aos nossos alunos e ensiná-los de forma crítica a escolher o que assistir, como assisti. Mostrar-lhes como, por que e para que a TV veicula tantas propagandas e comerciais no horário nobre da TV. É importante ensiná-los a ideologia, a simulação da realidade e por meio de uma visão crítica de tudo isso modificar sua atuação frente a esse meio de comunicação.

 

REFERÊNCIAS

 

HALLIDAY, Tereza Lúcia. Informar e Entreter – A grande simulação da TV. Disponível em < https://www.ead2.ufu.br/pluginfile.php/15822/mod_assign/intro/critica-tv.pdf&gt; Acesso em 03 nov. 2013.

 

DOCÊNCIA INTERATIVA PRESENCIAL E ONLINE

GARCIA, F.J.J. P1

1 Pós – Graduanda do Curso de Especialização em Mídias na Educação pela Universidade Federal de Uberlândia – e-mail: flaviajustino1@hotmail.com.

RESUMO: Este estudo é um resumo crítico sobre o significado do termo interatividade enquanto modalidade comunicacional que emerge com a cibercultura e sua importância para a educação. O corpus deste estudo se compõe do texto de “Docência interativa presencial e online” de Marco Silva. Esta análise se configura em uma leitura discursiva e dissertativa, cujo objetivo é compreender o significado do termo interatividade, de cibercultura, caracterizar o emissor, a mensagem e o receptor de acordo com o novo paradigma. Comentar o papel de sistematizador de experiências atribuído ao professor, além de apontar as sugestões apresentadas ao professor para que ele se aproprie do hipertexto como recurso pedagógico. Silva (2003) define cibercultura como “o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores, que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”. Esse termo é relativamente novo e foi utilizado por Gibson em seu romance e ele o define como uma rede de computadores em que pessoas utilizam se conectando a ela. Ciberespaço é o novo meio de comunicação que foi criado a partir da interconexão mundial de computadores. Silva (2003) define esse espaço como o novo espaço de socialização, de comunicação, de organização e interações. Ele rompe com a lógica da mídia de massa fundamentada na transmissão e recepção passiva, criando um espaço em que possibilita a interação com o receptor de forma personalizada e colaborativa. A modalidade de comunicação que surge com a cibercultura é a interatividade. Não se trata apenas da criação de uma nova palavra por modismo, o termo traz a ideia da comunicação que se faz entre um emissor e um receptor e é compreendida por meio da união de ideias, concebidas, modificadas continuamente pela interação, pela troca, pela relação com outras ideias. Na interatividade estão imbricados pelo menos três fatores: tecnológico, mercadológico e social. Sobre o aspecto tecnológico pode-se dizer que as novas tecnologias estão possibilitando múltiplas conexões através das janelas móveis, abertas, tridimensionais que permitem interferências e modificações. Sobre o aspecto mercadológico é importante mencionar que várias estratégias dialógicas e propagandas de marketing que envolvem o cliente, o produto e o produtor numa relação de troca e proximidade. Sobre o aspecto social é necessário enfatizar que existe um receptor menos passivo perante uma infinidade de mensagens que possibilitam sua intervenção e interação. Dessa forma acontece a transição da lógica da transmissão para a lógica da interatividade. Nessa nova lógica estão imbricados o emissor, a mensagem e o receptor. O emissor modifica sua posição unilateral e passa a emitir uma mensagem aberta e que possibilita a manipulação, as trocas e a interação do receptor. A mensagem não é mais fechada, imutável, estanque, ao contrário, com a interatividade ela se torna aberta, flexível, em constante movimento de transformação e de recriação. Enquanto que o receptor não é mais passivo, ao contrário, modifica o paradigma e ele torna-se o centro da discussão, sua intervenção, suas ideias e opiniões passam a ter importância no processo comunicacional. Ele se torna co-criador da mensagem, visto que pode modificá-la, reorganizá-la e o processo que era unilateral se torna interativo. Essas transformações se tornaram um desafio para uma educação centrada na transmissão e esse desafio possui tripla dimensão, pois o professor deverá dar conta do hipertexto, torna-se reformulador de problemas, provocador da aprendizagem, sistematizador das experiências, colaborador e coordenador dos grupos de trabalho e criar espaço para o diálogo, para o debate, para a criação e renovação das mensagens, conceitos e conhecimentos e para a divulgação do que foi reelaborado a partir dessa aprendizagem. Nessa nova forma de ensinar e aprender o professor deve desenvolver situações provocantes, interessantes, desafiadoras, que tenha em seu cerne a solução de problemas combinados com o desenvolvimento da criatividade, da interação através dos trabalhos em grupos realizados de forma colaborativa, em que os alunos não sejam apenas receptores passivos, mas que sejam capazes de reinventar, modificar as mensagens, conceitos e conhecimentos. Portanto, o professor deve redimensionar sua prática pedagógica, abrindo espaço para participação, para a criação livre dos educandos, para a manipulação, permitindo a co-autoria, possibilitando as trocas, reformulações, associações, interconexões, as trocas e modificações das mensagens. Para tanto, seu papel é ressignificado e ele assume o papel de sistematizador de experiências e deve disponibilizar em sua sala de aula três aspectos fundamentais para essa nova prática: múltiplas informações sejam elas em forma de imagens, textos diversos, sons, por meio de tecnologias; oferecer oportunidades de diversas conexões e expressões dos pensamentos e ideias dos alunos, urdindo e manipulando com eles informações e conhecimentos de forma interativa. No ambiente virtual de aprendizagem criar sites hipertextuais que permitam conexões com outros sites e textos, com diversos pontos de vista, várias linguagens, imagens e integração de várias mídias. Aprimorar a comunicação assíncrona e síncrona; criar atividades de pesquisa que motivem a construção colaborativa da aprendizagem por meio de resolução de problemas, em que o aluno deve contextualizar situações com seu universo cultural para aprofundar conhecimentos. Possibilitar uma avaliação formativa que colabore para um processo interativo e a tomada de decisões seja realizada em conjunto de forma contínua e processual permitindo a autoria e co-autoria. Oferecer conexões lúdicas, dinâmicas, divertidas, artísticas e navegações fluidas. Mediante o exposto, foi possível perceber que as mídias e as novas tecnologias mudaram paradigmas e contribuíram para a criação de múltiplas formas de ensinar e aprender e trocar conhecimentos, criando o ciberespaço, que possibilitou a interatividade, modalidade comunicacional que emerge com a cibercultura e que aprimorou a interação e a relação entre emissor, mensagem e receptor. Nessa relação o emissor modifica sua posição unilateral, a mensagem deixa de ser estanque e o receptor deixa de ser passivo, interagindo, modificando e co-criando a mensagem. Esse processo foi mito importante para a educação, visto que transforma a atuação do professor de transmissor de conhecimentos para sistematizador da aprendizagem, tanto na educação presencial quanto à distância, e do aluno de receptor para autor e co-autor das mensagens, teorias e conhecimentos. Essas novas formas de ensinar e aprender exigem a mediação de profissionais preparados para a utilização das novas tecnologias, do hipertexto de forma inovadora, criativa e que possibilite uma aprendizagem significativa, colaborando para formar pessoas críticas, capazes de pesquisar, investigar, descobrir e aprender de forma ativa e de criar, modificar e se tornar autores e co-autores da mensagem modificando e aprofundando a aprendizagem.

Palavras – chave: Cibercultura. Interatividade. Aprendizagem. Mediação.

REFERÊNCIA

SILVA, Marco. Docência interativa presencial e online. Disponível em http://www.portalanpedsul.com.br/admin/uploads/2004/Mesa_Redonda/Mesa_Redonda/07_59_16_DOCENCIA_INTERATIVA_PRESENCIAL_E_ONLINE.pdf Acesso em 09/09/2013.

DOCÊNCIA INTERATIVA

OBJETOS DIGITAIS DE APRENDIZAGEM

Os objetos digitais de aprendizagem podem ser definidos como recursos digitais que podem ser utilizados e ou combinados com outros objetos para compor um ambiente de aprendizagem. Eles reduzem o tempo de desenvolvimento das atividades e possibilita uma aprendizagem rica e muito mais significativa, além de dispensar a necessidade de especialistas da área.  O texto ainda traz outra definição de ODA que é um recurso digital que pode ser utilizado como suporte para a aprendizagem.  Eles estimulam o desenvolvimento do raciocínio, do pensamento crítico e da capacidade de formular respostas. Os principais objetivos do ODA são a construção de conceitos através da exploração de atividades, possibilitar operações mentais, simular e reconstruir sistemas e criar significados a partir dessa aprendizagem. As principais características são a possibilidade de simular diversas atividades e estágios do conteúdo; reutilização parcial ou total das abordagens pedagógicas; possibilidade de fazer, desfazer, construir e reconstruir criando significações e aprofundando conceitos; liberdade para conduzir o processo de aprendizagem de acordo com o ritmo do aluno ou da turma; possibilidade de ser utilizados em diferentes contextos e ambientes virtuais; capacidade de ser reutilizados, visto que eles estão armazenados em repositórios que permitem seu armazenamento e localização por temas e níveis de dificuldades; outra características são a portabilidade; possibilidade de produção colaborativa da aprendizagem; acessibilidade e interatividade. Todas essas características estão inter-relacionadas e fazem dos ODA um excelente instrumento de motivação e suporte para desenvolver uma aprendizagem profunda, rica de significados e que melhora o processo de ensino aprendizagem.

Pesquisando no site o site do Banco Internacional de Objetos Educacionais fiquei maravilhada da quantidade de atividades e recursos disponíveis, desde vídeos, textos, links, áudios, mapas, hiperlinks, experimentos práticos, animação e simulação, imagens, etc. Na área de Língua Portuguesa, disciplina com a qual trabalho existe diversas atividades ricas e interessantes. Esses ODA possibilitam aprofundar conhecimentos na área de Língua Portuguesa e trazem atividades desde os gêneros textuais, fonética, fonologia, ortografia e até literatura. Percebi que o professor não pode parar de aperfeiçoar e buscar conhecimentos, visto que corre o risco de oferecer conhecimentos ultrapassados e sem significado para a vida de seus educandos. Confesso que desconhecia esse site e agora ele abriu um leque de oportunidades para tornar minhas aulas ainda mais produtivas, dinâmicas e interessantes. As atividades encontradas atendem aos objetivos da minha disciplina e vai possibilitar enriquecer meu plano de aula e tornar as aulas um momento rico de aprendizagens e significados.

http://www.latec.ufrj.br/educaonline/index.php?option=com_content&view=article&id=308:lista-de-repositorios-e-referatorios-de-objetos-de-aprendizagem&catid=30:biblioteca-virtual&Itemid=63.