UFTM realiza Seminário de Formação de Professores – VI SeforProf (2017)

VI SeforprofRubem Alves

Ensinar é…

Um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais.

A possibilidade de criar oportunidades para que pesquisadores de realidades diferentes tenham um espaço de discussão com vistas a ampliar e renovar as investigações em Educação e, particularmente, na Formação de Professores constitui o alicerce deste evento. O VI Seminário de Formação de Professores (SEFORPROF) é um evento promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (PPGE/UFTM). Para 2017, o evento traz como temática: “Formação de Professores: diálogos entre razão e emoção”, e será realizado no período de 15 a 18 de novembro.

 A proposta desta temática é propiciar momentos de discussões sobre processo de “Ser professor” nos diferentes espaços educativos, criando oportunidades para debates, reflexões, divulgação da pesquisa, intercâmbio internacional, dentre outros. Conferencistas de reconhecido mérito acadêmico e profissional estarão presentes, oportunizando neste tempo, momentos de reflexão, aprendizagem, troca de informações, cooperação, integração, discussões e pesquisas, sobre diversos assuntos ligados à Educação e áreas correlatas e à Formação de Professores.

 Em todas as edições, houve a tradição de apresentação e publicação de trabalhos científicos, em forma de Anais, sendo que a proposta para esta edição é a publicação de textos de palestrantes e de artigos, selecionados dentre os aprovados para o evento, em uma edição especial das Revistas Triângulo (ISSN 2175-1609) e Evidencia (ISSN 1808-2307), além da publicação online dos Anais do evento na forma de artigos completos.

https://viseforprof.wixsite.com/2017

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UNIUBE REALIZA 11ª ENTEC 2017

PÚBLICO-ALVO

O ciclo de palestras do ENTEC é direcionado, principalmente, aos alunos dos cursos de Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Química, Sistemas de Informação. Hoje, estes cursos contam com, aproximadamente, 3.500 alunos regularmente matriculados. Estima-se que, entre alunos, comunidade e empresas expositoras, o evento tenha a adesão de 4.000 participantes.

Cronograma

Abertura da chamada dos trabalhos – ARTIGO CIENTÍFICO ou RESUMO 01/06/2017
Data limite para submissão dos trabalhos 28/10/2017
Data limite para correção dos trabalhos pela comissão científica 14/11/2017
Comunicação de aceite dos trabalhos 16/11/2017
Apresentação dos ARTIGOS CIENTÍFICOS ou dos RESUMOS aceitos sob a forma de pôsteres e/ou protótipos. 29/11/2017

Acesse a página do evento por meio do link abaixo:

http://www.uniube.br/eventos/entec/2017/

 

As variações da língua e o preconceito linguístico

Para participar da nossa enquete assista ao vídeo abaixo. Ele traz uma entrevista com o Professor Doutor Marcos Bagno. Ele é graduado em Letras (USP), possui Mestrado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco e Doutorado pela USP. Escreveu diversas obras sobre o preconceito linguístico, entre elas podemos citar:

  •  Língua de Eulália (novela sociolinguística) (1997)
  • Preconceito linguístico: o que é, como se faz (1999)
  • Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social (2000)
  • Língua materna: letramento, variação & ensino (org.) (2002)
  • A norma oculta: língua & poder na sociedade brasileira (2003)
  • Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística (2007)
  • Não é errado falar assim! Em defesa do português brasileiro (2009)

Segundo Bagno (2007), “o profissional da educação tem que saber reconhecer os fenômenos linguísticos que ocorrem em sala de aula, reconhecer o perfil sociolinguístico de seus alunos para, junto com eles, empreender uma educação em língua materna que leve em conta o grande saber linguístico prévio dos aprendizes e que possibilite a ampliação incessante do seu repertório verbal e de sua competência comunicativa, na construção de relações sociais permeadas pela linguagem cada vez mais democráticas e não discriminadoras”.

 

PARTICIPE DA NOSSA ENQUETE, DÊ SUA OPINIÃO!

UNIUBE realiza IX Encontro de Pesquisa em Educação e IV Congresso Internacional de Trabalho Docente e Processos Educacionais

banner eventoO IX Encontro de Pesquisa em Educação e IV Congresso Internacional Trabalho Docente e Processos educacionais: da política pública educacional à docência, possui uma abrangência nacional e internacional e congrega investigadores de programas de pós-graduação, professores da educação básica e alunos de diversas instituições do ensino superior em um espaço de discussão e de socialização de conhecimentos produzidos nas pesquisas e nas experiências educacionais.
Voltado à formação de massa crítica e espírito científico, constitui um evento no qual pesquisadores integram-se em apresentações de trabalhos, mesas-redondas, sessão especial, atividades culturais e conferência, discutindo resultados e sedimentando a produção de pesquisa na área de Educação.
O tema desta edição — Da política pública educacional à docência — expressa a preocupação de que a Educação, como política pública social, deve colaborar para diminuir as desigualdades que marcam este país em um contexto de grande diversidade.
Além disso, o tema expressa e põe em discussão os vínculos que a Educação tem com as políticas econômicas e os projetos em discussão e em implantação no Brasil.
A Comissão Organizadora convida a comunidade acadêmica a submeter propostas que expressem o conhecimento construído nos diversos cenários da área de Educação.  Continuar lendo

VÍDEO EDUCATIVO

TIPO DE VÍDEO: EDUCATIVO

NOME DO PROGRAMA: “LITERATURA INTERATIVA”

AUTOR: Flávia Junia Justino Pacheco Garcia

ANO: 2014

TEMA DO PROGRAMA: ARCADISMO

PÚBLICO-ALVO: Alunos do Ensino Fundamental e Médio

OBJETIVOS DO VÍDEO:

• Despertar a curiosidade e o gosto pela literatura;

• Auxiliar a produção de conhecimento histórico, cultural midiático sobre a literatura brasileira;

• Possibilitar a construção do conhecimento de forma divertida e autônoma;

• Estimular o uso das tecnologias da informação para a construção e busca de conhecimento;

• Desenvolver a criatividade;

• Desenvolver o senso crítico.

 

Escolhi o tema “ARCADISMO”, pois adoro esse tema na Literatura Brasileira e é um tema que sempre despertou bastante interesse durante minha vida acadêmica. Esse vídeo também visa estimular a pesquisa, pois por meio dele os alunos serão instigados a pesquisar para contribuir com a produção de novos vídeos, aguçando sua curiosidade por descobrir mais a respeito e estimular quem assistir a colaborar com temas de interesse a serem veiculados em futuras produções.

O estilo adotado foi utilizar imagens, músicas de fundo e foi gravado no Movie Maker enquanto as imagens e frases são exibidas. O tema escolhido pode ser definido como educativo, pois estimula a criatividade e o gosto pela cultura, além de informar de forma lúdica. Pode ser definido como informativo, pois traz informações e novidades sobre a literatura brasileira.

A experiência de gravar esse vídeo foi fantástica e oportunizou grande aprendizado e descobertas de como gravar, colocar áudio e publicar na internet. Não é um vídeo profissional, na verdade é bem amador e mostra as dificuldades de um iniciante na produção audiovisual, mas de qualquer forma foi uma experiência riquíssima, pois nunca havia feito um vídeo educativo e publicado esse conteúdo na internet, achei fantástico!

LINK DO VÍDEO NO YOU TUBE:

https://www.youtube.com/watch?v=HbMdTuKAHe8&feature=youtu.be

 

REFERÊNCIAS

https://www.ead2.ufu.br/mod/assign/view.php?id=4041

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcadismo

https://www.google.com.br/search?q=imagens+do+arcadismo&rlz=1C1LDJZ_enBR502BR504&tbm=isch&imgil=76_0EYO

http://llfeioleituras.blogspot.com.br/2012/05/arcadismo-em-poemas-liricos-de-bocage.html

O PODER DA MÍDIA

As empresas de comunicação são de concessão pública, dessa forma, todas essas empresas recebem por um tempo determinado autorização governamental para veicular mensagens audiovisuais ou sonoras. Portanto, é função do governo fiscalizar tudo que é transmitida via rádio e TV e porque será que isso não acontece? Pelo simples fato de que as empresas de telecomunicações no Brasil em sua grande maioria são comerciais, servem aos patrocinadores e interesses ideológicos e políticos e, portanto, não é de interesse deles que suas mensagens sejam passadas em um crivo de análise e controle.

Outra questão que é importante mencionar e que o site “Donos da Mídia” denuncia, é que as empresas de telecomunicações em sua grande maioria pertencem a políticos e são utilizadas como moedas de troca no Congresso Nacional para levar os aliados a votarem no governo.  Dados do site mostram que “no Brasil, 271 políticos são sócios ou diretores de 324 veículos de comunicação” e que na década 90 havia no País “299 canais de televisão, sendo que 279 operavam comercialmente enquanto 20 possuíam caráter educativo”. Nota-se quanto potencial desperdiçado, visto que se as concessões passassem por um crivo maior teríamos muito mais canais com programação de caráter educativo e que poderiam ser aproveitados para melhorar e ampliar o potencial de ensino aprendizagem em sala de aula. Verifica-se que em Minas Gerais temos 25 redes de emissoras responsáveis pela transmissão dos programas e 1.383 retransmissoras que estão espalhadas pelo território mineiro. Outro dado gritante é que essas retransmissoras pertencem aos governos estaduais e prefeituras municipais. Dessa forma eles dominam toda a programação e controlam tudo que é veiculado pela TV, impedindo o povo de tenha acesso a uma programação de qualidade e destituída de intenção política e ideológica.

Sabemos que a TV tem o poder de condicionar o comportamento, conversas, influenciar atitudes, hábitos, gostos e costumes, dessa forma cabe nós educadores ensinar os nossos alunos a escolher programas de qualidade e que tenham visão crítica e esclarecida sobre a intencionalidade de uma programação e comerciais, que saibamos aproveitar a linguagem dos programas audiovisuais para melhorar a apropriação do conhecimento em sala de aula, que possamos debater, discutir e refletir com nossos alunos sobre o poder da mídia, sua intencionalidade, seus pontos positivos e negativos, formando pessoas críticas capazes de selecionar, criticar e denunciar programas sensacionalistas, ridículos, grotescos, mentirosos, que violentem nossa vontade e sensibilidade. Portanto, nós educadores temos como responsabilidade ensinar nossos educandos a compreender as mensagens veiculadas na TV, mostrar como esses discursos são construídos, desmistificar o fato de que tudo que a TV transmite é verdade. Ensiná-los a olhar com criticidade a visão de mundo que é veiculada nas novelas e telejornais, debater pontos positivos e negativos da mídia, explorar o potencial televiso em sala de aula como fonte de conhecimento e aprendizado, sobretudo, auxiliá-los a escolher programas de qualidade e torná-los capazes de se posicionar frente essa mídia. Somente dessa forma as emissoras investirão em programas de natureza educativa, cultural, artística e informacional de qualidade.

 

REFERÊNCIA

 

Donos da Mídia. Textos e artigos disponíveis em <http://donosdamidia.com.br/inicial> Acesso em 19 fev de 2014.